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Infomaníaco

v.7 - n.11 - Agosto/2003

InfoMatrix Informática Ltda.

Para incluir alguma informação, sugestões, críticas e elogios para os próximos números, mande-nos um e-mail:


ARTIGOS - Usabili... o quê?

André de Abreu

Desde o ano passado a usabilidade está aparecendo cada vez mais nos noticiários, nas empresas e, principalmente, nas entrevistas de seleção. Alguns portais já pedem aos seus novos designers conhecimentos de navegação, arquitetura da informação e a tal usabilidade, em vez de exigir o domínio de Dreamweaver, Flash e Photoshop, como costumava acontecer.

O mercado está começando a perceber que não importam os milhões de dólares gastos em tecnologia sem que o usuário possa usá-la. Neste cenário, a usabilidade entra para tentar mostrar essa realidade aos que ainda não pensam nas pessoas que estão do outro lado do monitor acessando seus sites.

Além da preocupação com o consumidor, outra das razões para a usabilidade estar tão em voga é a financeira. De acordo com o estudo publicado em 2000 pela consultoria Creative Good, todo o setor de e-commerce poderia ter lucrado US$ 20 bilhões em vendas se tivesse investido na melhoria da navegação e usabilidade de seus sites.

Por tudo isso, nas próximas páginas vamos tentar conhecer as idéias de alguns estudiosos do assunto para tentar aperfeiçoar ainda mais a experiência usuário-site. A partir daí, você poderá se aprofundar no tema e se tornar um profissional diferenciado deixando, ao mesmo tempo, centenas de internautas felizes. Confira! http://www.hotbits.com.br

Usabilidade - Colocando os pingos nos i's

"Usabilidade significa concentrar esforços para a facilidade do uso. Significa transformar a tarefa
de alcançar uma meta simples, direta e o mais objetiva possível. Ela significa criar um sistema transparente que seja fácil de entender e operar instantaneamente. Usabilidade é pensar no
usuário no início, no fim e sempre".

Esta definição de Chris McGregor, autor de Developing User-friendly Macromedia Flash Content, insiste em três palavras-chave que são a razão da existência da usabilidade: simplicidade, facilidade e usuário.

Todos sabem que um produto é criado para ser usado por alguém. Se esse alguém não sabe como usá-lo não há razão em criar tal produto. Uma maneira lógica de garantir que ele seja consumido pelas pessoas é projetá-lo de forma simples e fácil. Desta forma, qualquer internauta, do iniciante até o mais avançado, conseguirá realizar as tarefas para qual o objeto foi desenhado.

A mesma coisa deveria acontecer na internet, cada site tentando ser o mais útil possível dentro da sua especialidade. O exemplo mais comum é o buscador Google. Ele consegue ser o mais prático e simples possível na sua função de buscar. Não é à toa que ele é o quinto site mais acessado do mundo de acordo com o instituto de pesquisa Nielsen/NetRatings. Qualquer pessoa consegue acessá-lo sem os empecilhos de textos, banners ou qualquer outro elemento que atrapalhe o internauta em utilizar a ferramenta de busca. Por essa razão, a diretriz número 1 do site é "Foco no usuário e o resto virá sozinho".

Constatar que a grande maioria da internet não pensa como os criadores do Google poder ter sido
a razão para Mark Hurst, no estudo The Dotcom Survival Guide, fazer a seguinte afirmação:

"A Web em 1994, utilizada principalmente por experts da informática, era simples e rápida, possuindo apenas texto e imagens. Hoje, com uma base de consumidores formada por novos usuários, a rede oferece uma sopa complicada de frames, Java, cookies, plug-ins, banners, bookmarks, servidores seguros e streaming media. Realmente há uma diferença entre o que a Internet oferece e o que o consumidor deseja. O consumidor quer simplicidade, mas a Web oferece complexidade.
Consumidores querem serviços, mas a Web oferece tecnologia. Consumidores querem atingir seus objetivos e a Web oferece empecilhos".

Usabilidade - Organização, design e conteúdo

Agora que você já sabe que é importante conhecer o mínimo sobre usabilidade para trabalhar eficientemente com a Web, vamos tentar conhecer os caminhos para criar peças digitais pensadas no usuário.

Não pense que a usabilidade é uma coleção de regras fixas, existem vários caminhos para se alcançar o objetivo principal que é a facilitar a vida do internauta. Contudo, independente da via que você resolver seguir, tudo vai se resumir a organização, conteúdo e design.

A harmonia desses três elementos, dessas três etapas de produção de uma página é que aumentarão o grau de usabilidade de qualquer site. Por isso, vamos analisar agora cada uma dessas áreas do ponto de vista da usabilidade.

Primeiramente vamos preparar o produto (o conteúdo), depois embalá-lo (o design) e por fim organizá-lo (arquitetura da informação).

Usabilidade - Preparando a matriz do site

O conteúdo da página deve ser a menina dos olhos de qualquer site. Afinal, as pessoas acessam
um site geralmente pelo seu conteúdo. Pense nos sites que você costuma visitar. Indiferente se é um site de astrologia ou sobre física quântica, o que você geralmente busca neles é o conteúdo.

Devido a essa importância, é justamente o conteúdo o tema mais polêmico na hora de discutir a usabilidade. A maioria dos especialistas defende que o texto deve ser o mais curto possível, ter o menor número de palavras por parágrafo e sem barras de rolagem. Esses autores não deixam de ter sua razão, já que tudo isso que afirmam tão categoricamente é baseado em anos de testes de usabilidade. Eles partem da premissa que o conforto do usuário está em primeiro lugar, e realmente textos mais curtos são mais agradáveis de ler perante o monitor. Porém, eles esquecem o fator interesse.

Uma parcela significativa dos internautas pode ter um grau de interesse extremamente maior que o grau de conforto, ou seja, se a pessoa está em busca de material para pesquisa, obviamente ela desejará textos mais longos e profundos possíveis.

Além do mais, seguindo à risca a lei do texto curto, os profissionais deixam de lado um dos melhores recursos da Web se comparado à mídia tradicional: espaço ilimitado. A maior decepção de um jornalista de redação é ver seu texto sendo podado para preencher o espaço pré-definido das páginas dos jornais. Na televisão a mesma coisa, cada minuto de TV é uma fortuna que precisa ser reservado, sempre que possível, aos anunciantes. Não seria um desperdício não aproveitar todo o espaço disponível na Web?

A resposta é sim e não. Da mesma forma que não podemos colocar textos extremamente longos, também não podemos colocar textos demasiado curtos. O segredo é encontrar o meio termo que agrade todos.

O público da Internet é tão variado e único que é praticamente impossível definir o que é o usuário padrão. Nossa audiência pode ser composta tanto por pessoas que acessam a Web para ler pequenas notas sobre o assunto do seu site, quanto por pesquisadores em busca de informações extensas sobre a empresa onde você trabalha. Como agradar a esses dois públicos e acertar a medida certa da usabilidade?

A resposta é simples, mas difícil de concretizar. O ideal é pegar esse conteúdo longo e quebrá-lo
em pedaços lógicos de modo que os "apressadinhos" possam dar uma olhada na abertura do texto para saber do que se trata. Para quem quiser mais profundidade, existe a opção de clicar nos sublinks da matéria.

Por exemplo, temos um longo texto chamado "Minha Vida". Lendo-o, podemos dividi-lo em três partes relacionadas: infância, adolescência e profissional. O redator poderia editar e começar com uma pequena introdução mostrando ao leitor o que ele irá encontrar no texto e, após isso, teríamos os links para as seções "infância", "adolescência" e "profissional". Deste jeito, o internauta que estiver interessado em tudo sobre "Minha Vida" partirá para as outras seções da página.

Além disso, fazemos o uso de uma das propriedades mais antigas da rede e ainda pouco aplicada:
a hipertextualidade. Quantas vezes você não se deparou com textos longos que têm no final da página a indicação "página 1 de 10"? Estes padrões devem sem evitados, já que a internet é uma mídia não-linear, portanto não deve ser tratada com a linearidade de uma revista.

Mas como quase tudo na usabilidade, você irá descobrir que não existem normas estanques. Todas as sugestões para tornar um site mais acessível variam e cada caso é um caso. Porém, o que se deve aprender são as idéias básicas e aplicá-las ao seu site. No exemplo citado acima, não seria prático retalhar as idéias do texto em 50 partes. Da mesma forma, algumas vezes desejamos que nosso leitor siga uma seqüência de idéias, portanto não há como fugir 100% da linearidade.

Portanto, a regra geral da usabilidade no conteúdo é o bom senso. Existem ainda vários casos de como aplicar a usabilidade em textos, mas isso vai ficar para a biografia e sites recomendados no final deste artigo. Por agora, ficamos com a embalagem do conteúdo.

Usabilidade - Embalando o produto

Com o conteúdo pronto, vamos partir para a segunda fase de um site voltado ao usuário. Agora teremos que preparar a "embalagem" dele e, para isso, contaremos com a ajuda do designer, junto com mais uma guerra. Como já foi dito acima, a parte principal da grande maioria dos sites é o conteúdo. Portanto, o design na web serve apenas como suporte para esse conteúdo ser exibido
de forma que o usuário final o absorva. Salvo casos de portfólios artísticos ou sites com fins de experimentação, nessas situações pode acontecer do design ser a peça chave da página, e não o texto.

Os designers costumam brigar, mas todo os espaço visual de uma página deve converter ao seu conteúdo. Por isso, quando começar a desenhar os layouts do seu próximo site, reserve, pelo menos, 70% da área da tela para conteúdo. A criatividade do designer deve ser aplicada de modo que não atrapalhe certos padrões da rede.

No caso dos menus, tornou-se convenção a localização à esquerda da tela. Ao invés de querer reinventar a roda, a preocupação deveria ser como tornar esse menu mais atraente e não em deixar ele no meio apenas para ficar diferente. Isso é exatamente o que acontece no design tradicional. Existe centenas e centenas de modelos de cadeira, mas todas mantêm os traços básicos que caracterizam uma cadeira. O mesmo deveria acontecer no design para a Web.

E falando em design, caímos numa sub-briga da luta design vs. usabilidade: o uso de Flash. Enquanto toda a equipe de arte de um site ama utilizar Flash, os especialistas de usabilidade têm aversão ao programa. Mas o problema não é o Flash, e sim o que fazem dele.

A ferramenta de animação da Macromedia deve auxiliar o entendimento da página, ao invés de utilizá-la em animações desnecessárias que não agregam nada aos objetivos do internauta. Além disso, os usuários ainda não aprenderam a utilizar com desenvoltura a ferramenta de impressão da última versão do plug-in, isso acarreta sérios problemas ao conteúdo exibido nos movies .SWF. O expert em usabiliade Jakob Nielsen dedicou uma edição da sua coluna Alert Box inteiramente à discussão de como fazer o bom uso do Flash.

Caso alguém continue a achar que tudo isso é invenção de guru da internet, então é bom dar uma olhadinha no site feito pela própria Macromedia para tentar pôr ordem ao caos que os desenvolvedores deram à sua ferramenta. É um endereço com artigos, links, estudos de caso, espaço para discussões etc, tudo sobre como aplicar a usabilidade em projetos que envolvem Flash.

Assim como na etapa do conteúdo, a fase do design também tem sua recomendação básica: a simplicidade. Procure desenvolver layouts que privilegiem as informações oferecidas pelo site aos seus usuários, de modo que um complemente o outro. Lembre-se, simplifique o que puder ser simplificado, já que, para a usabilidade, elementos de página que não têm razão de ser, não devem existir.

Conteúdo embalado pelo design, agora chegou a hora de organizar toda esse produto dentro do
site de uma maneira que possa ser encontrado facilmente pelas pessoas.

Usabilidade - Fechando o pacote

De nada adianta um belo design, um ótimo conteúdo se o site é todo bagunçado. Para isso existe o arquiteto da informação, parte fundamental de um plano de usabilidade bem sucedido. É ele o responsável por pegar a mistura design e conteúdo e torná-la acessível ao usuário, muitas vezes leigo em informática.

Podemos relacionar essa função ao trabalho de um bibliotecário, ele recebe um material totalmente desordenado e divide em categorias comuns a todos de modo que qualquer pessoa possa localizar
o livro que procurar de maneira fácil e rápida.

Na Web acontece o mesmo, o arquiteto de informação é responsável por pegar o conteúdo e junto com o designer desenvolver a forma como ele será apresentado e classificado. Ele define a ordem de aparição dos elementos, o que fica na homepage principal e nas intermediárias, por exemplo.

Para isso, o profissional usa a classificação conhecida como LATCH, sigla criada por Richard S. Wurman. Esta é a sigla para Local, Alfabeto, Tempo, Categoria e Hierarquia. Não importa a forma como você organiza seu site, no final sempre se cai em uma destas cinco categorias (ou em uma mistura delas).

É nesta hora que deve acontecer a sinergia da equipe Web, pois todo o trabalho do jornalista e do designer pode ser destruído por uma má distribuição dos elementos, tornando-os impossíveis de serem localizados. Dessa forma, o internauta acaba desistindo do seu site e parte para um concorrente onde possa achar o que procura mais rapidamente.

Tendo em mente estes princípios iniciais das três etapas que compõem um plano de usabilidade eficaz, você já terá conhecimentos suficientes para iniciar seus estudos na área e, com o tempo, estar pronto para adentrar o mercado de trabalho.

Usabilidade - Áreas de atuação

Apenas a obtenção de noções sobre usabilidade e navegabilidade já agregam um grande diferencial em uma carreira como profissional da Web. Com esses conhecimentos, você deixa de ser um
fazedor de texto ou de layouts para se tornar um profissional que pensa o meio em que trabalha.

Os diretores das principais agências e produtoras já estão assumindo seus postos com essa mentalidade. Agora o mercado está deixando de valorizar os micreiros e buscando cada vez mais profissionais de usabilidade para montar seus times. Conseqüentemente, vários profissionais querem entrar nesse novo ramo da Internet.

Com tantos caminhos se abrindo, o profissional de usabilidade pode atuar em três principais frentes:

Consultoria - Ajudando empresas que perceberam que seus atuais projetos web não estão satisfazendo seu público-alvo. Neste caso, a diretoria mostra qual é a situação atual e sua missão será elaborar um relatório avaliando o que está de errado e apontando as possíveis soluções. Em alguns casos, cujos problemas não possam ser apontados apenas por meio de análise, o consultor de usabilidade também é responsável por conduzir testes de navegação com usuários reais. Atualmente, esta é a principal área de atuação dos profissionais de usabilidade norte-americanos.

Ensino - Agora que estamos no início do boom da usabilidade nacional, certamente a procura por formação nessa área crescerá exponencialmente, assim como aconteceu com a explosão dos webdesigners. As escolas e universidades já pensam em incluir essa disciplina em seus currículos,
no entanto ainda é muito escasso o número de docentes capacitados para essa atividade. Por isso, as pessoas quem têm gosto e habilidade pela usabilidade, devem ir se auto-aperfeiçoando por meio de muito estudo e leitura, pois, a qualquer instante uma escola pode bater na sua porta atrás de professores de usabilidade.

Produção - Você também pode atuar na linha de frente do front. Ao invés de ser um professor ou consultor, os profissionais podem querer usar essas habilidades em seus empregos atuais. Daí a usabilidade não tem preconceito, qualquer funcionário em qualquer fase de um projeto web pode começar a pensar no usuário durante trabalho cotidiano. Desde o designer júnior, até o CEO da empresa, todos podem fazer sua parte com um pouco mais de usabilidade e, com isso, tornar o resultado final do trabalho em equipe – na maior parte das vezes um site – num produto útil e fácil de usar por qualquer pessoa.

Em qualquer uma das funções citadas acima, você precisará de muito conhecimento prévio e muita observação, já que o material sobre o assunto ainda é muito disperso. Portanto, leia, leia e leia o que cair na sua mão sobre usabilidade e afins. Só assim você poderá garantir a felicidade dos milhões de internautas do mundo.

Usabilidade - Bibliografia e sites recomendados

Existem dezenas de livros abordando usabilidade e navegação, porém a maioria é importada. No entanto, as editoras brasileiras já estão dando mais atenção ao assunto e traduzindo ótimas obras sobre o tema. Portanto, para traçar um norte aos seus estudos, não deixe de conferir indicações a seguir.


SITES - Usabilidade

Developing User-friendly Macromedia Flash Content - Chris McGregor - http://www.macromedia.com/software/flash/productinfo/usability/whitepapers/usability_flazoom.pdf

Google - http://www.google.com

Nielsen/NetRatings - http://pm.netratings.com/nnpm/owa/NRpublicreports.toppropertiesweekly

Google - "Foco no usuário e o resto virá sozinho" - http://www.google.com/corporate/today.html

The Dotcom Survival Guide - http://www.creativegood.com/survival

Useit.com - Alert Box - Flash: 99% Bad Jakob Nielsen - http://www.useit.com/alertbox/20001029.html

Macromedia Flash Usability - http://www.macromedia.com/software/flash/productinfo/usability

Lista de sites sobre usabilidade (atualizada por André de Abreu) - http://www.jornalistasdaweb.com.br/guiadesites/usabilidade


O QUE LER - Usabilidade

Título: Projetando Web Sites
Autor: Jakob Nielsen
Editora Campus

Título: Não Me Faça Pensar
Autor: Steven Krug
Market Books

Título: Ansiedade de Informação
Autor: Richard Saul Wurman
Cultura Editores Associados

Título: Webwriting
Autor: Bruno Rodrigues
Berkeley Brasil

Título: Design/Web/Design 2
Autor: Luli Radfahrer
Market Press Editora

Título: Information Anxiety 2
Autor: Richard Saul Wurman
Editora Que

Título: Information Architecture For The World Wide Web
Autor: Louis Rosenfeld e Peter Morville
Editora Oreilly & Assoc.

Título: Homepage usability
Autor: Jakob Nielsen
Editora New Riders

Título: Web Navigation: Designing the User Experience
Autor: Jennifer Fleming
Editora Oreilly & Assoc.

Título: Skip Intro: Flash Usability and Interface Design (no prelo)
Autor: Duncan McAlester e Michelangelo Capraro
Editora New Riders


O QUE É?

Worm

Worm é um programa capaz de se propagar automaticamente através de redes, enviando cópias de si mesmo de computador para computador.

Diferente do vírus, o worm não necessita ser explicitamente executado para se propagar. Sua propagação se dá através da exploração de vulnerabilidades existentes ou falhas na configuração de softwares instalados em computadores.

Como um worm pode afetar um computador?

Geralmente o worm não tem como conseqüência os mesmos danos gerados por um vírus, como por exemplo a infecção de programas e arquivos ou a destruição de informações. Isto não que dizer
que não represente uma ameaça à segurança de um computador, ou que não cause qualquer tipo de dano.

Worms são notadamente responsáveis por consumir muitos recursos. Degradam sensivelmente o desempenho de redes e podem lotar o disco rígido de computadores, devido à grande quantidade
de cópias de si mesmo que costumam propagar. Além disso, podem gerar grandes transtornos para aqueles que estão recebendo tais cópias.


DICAS - 2SYNC - Gerenciador pessoal diferente

Quem está procurando um gerenciador de informações pessoais - agenda, lista de contatos e tudo mais - tem que dar uma olhada no 2Sync. Tudo bem: simplicidade não é o seu forte. Mas ele é recheado de recursos e traz um visual super bacana, além de uma surpreendente integração com o Palm.

Versão: 1.5
Tamanho: 2,4 Mb
Licença: freeware
Plataforma: Windows 98/ME/NT/2000/XP
Fabricante: Global Beach
http://193.129.255.102/2sync/2SyncSetup.exe


RIA SE PUDER - Frases ilustres

Quem procura acha... se o site de busca for bom
Vírus no winchester dos outros é refresh!
Os maiores processadores estão nos menores micros!
Vão-se os arquivos e ficam os back-ups!
Amigos, amigos, senhas à parte
Quem envia o que quer, recebe o que não quer
Diga-me qual a sala de chat que você freqüenta e te direi quem és!
Quem tem dedo vai à Roma.com
Quem semeia e-mails, colhe SPAM!
Quem é vivo sempre fica online
Mais vale um arquivo na mão do que dois baixando...
Dedo mole em tecla dura, tanto bate até que acostuma
Sites passados não movem o browser


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